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segunda-feira, 27 de julho de 2009
Para minha amiga Lê
Marcadores:
MIMOS,
MIMOS OFERECIDOS
Postado por
Simone
Abandono e Maus tratos contra animais é crime!
Amigos, o texto postado abaixo eu já conheço a muitos anos, mas toda vez que leio eu choro, me dá uma dor no peito, chega até a doer na alma.
Será que existe um ser vivo que não sinto pena desses pobres seres que vivem a perambular pelas ruas,avenidas, ladeiras e becos?
Tentando apenas sobreviver!
Inevitavelmente uma população que não pode abrigar mais animais se torna indiferente – como mecanismo de defesa – diante da dor do animal
Eu qtas vezes passo por um bichinho abondanado, com un nó na garganta, mas sem coragem de olhar nos olhos.Pois me sinto impotante diante daquela situação. Tenho 5 cachorros, 2 deles adotados, claro que por mim adotava mais uns 10, não posso, e mesmo se o fizesse, o problema continuaria perambulando sem rumo, e cruzando comigo em cada esquina. Tento simplesmente fazer a minha parte, mas sonho o dia que não mais irei deparar com esse sofrimento
As pessoas se acostumam a ver animais de rua doente, fracos, perdidos, abandonados, atropelados ou mortos. Também se acostuma a ver caixas com filhotes, abandonados à própria sorte.
O processo de desvalorização da vida animal se agrava com a reposição permanente de gerações que nascem e morrem em cada etapa reprodutiva. Os filhotes em numero excessivo permanecem sem ser vermifugados, sem ser vacinados, sem ser esterilizados, porque não tem “valor”, já que são facilmente substituíveis.
As ONGs confundem seu papel, tentam substituir o Estado e acabam desgastadas e criando inimizades com o governo e a comunidade.
As campanhas de conscientização baseadas na educação discursiva não conseguem penetrar na consciência coletiva, porque exigem do cidadão uma capacidade de reação que escapa aos seus padrões culturais e as suas possibilidades econômicas.
A MENSAGEM SE DILUI porque a família é incapaz de resolver os problemas que extrapolam sua capacidade.
Qual a solução???
Além de continuar com a conscientização, é preciso: Esterilização,
A esterilização, com os seus efeitos saudáveis sobre a vida dos animais, que proporciona uma maior longevidade detém imediatamente a reposição de exemplares.A política de controle ético da população animal administrada pelo estado e com critério epidemiológico logo reduz a super população, já que demonstrou ser um método correto e eficaz.
Por ser uma política preventiva também reduz o orçamento destinado ao controle populacional no futuro. Alem de alcançar o impacto populacional desejado os filhotes abandonados rapidamente absorvidos pela comunidade.
Temos que reverter o processo, agilizar etapas e acelerar mudanças culturais.
Governar é educar e governar educando com o exemplo é a arma mais poderosa.
Desta maneira, todo o programa é um ato de aprendizagem. Não se faz necessária uma campanha confessional de conscientização, uma vez que o exemplo é a melhor maneira de se exercer influencia.
A população copia esse padrão no trato com os animais. De repente a existência de um animal ferido ou enfermo na via publica se torna inaceitável.
As ONGs cumprem o papel para o qual foram criadas.
A MENSAGEM PERDURA, cria habita. O habito com o tempo se transforma em lei social. As leis sociais criam uma nova cultura.
Claro que isso leva tempo, mas temos que começar já, qto antes começar, mais rápido virá a solução.
Por que não????
A única coisa que pedimos é DIGNIDADE para os nossos irmãos de quatro pata!!!!
Eles não sabem se defender e então somos nós, eu vc, seus filhos, amigos e vizinhos que temos que lutar pelos seus direitos!!!!
"Tome partido. Neutralidade ajuda o opressor, nunca a vítima. Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado"- Elie WieselEncontrei seu Cão
Hoje encontrei seu cão. Não, ele não foi adotado por ninguém. Aqui por perto, a maioria das pessoas já têm vários cães; aqueles que não têm nenhum não querem um cão. Eu sei que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o deixou aqui, mas ele não encontrou. Quando o vi pela primeira vez, ele estava bem longe da casa mais próxima e estava sozinho, com sede, magro e mancava por causa de um machucado na pata.
Eu queria tanto ser você naquele momento em que parei na frente dele. Para ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular nos seus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não esqueceria dele. Para ver o perdão em seus olhos pelo sofrimento e pela dor por que ele havia passado em sua jornada sem fim à sua procura... Mas eu não era você. E, apesar das minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, seus olhos viam um estranho. Ele não confiava em mim. Ele não se aproximava.
Ele virou as costas e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que esse caminho o levaria a você. Ele não entende que você não está procurando por ele. Ele só sabe que você não está lá, sabe apenas que precisa te encontrar. Isso é mais importante do que comida, água ou o estranho que pode lhe dar essas coisas.
Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Eu nem sei seu nome. Fui para casa, enchi um balde d'água e uma vasilha de comida e voltei para o lugar onde o havia encontrado. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele havia buscado abrigo do sol e um pouco de descanso. Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa encontrá-lo.
Aguardei na esperança de que voltasse para buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida que havia trazido fizessem com que confiasse em mim e eu pudesse levá-lo para casa, cuidar do machucado da pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que agora você não faria mais parte de sua vida. Ele não voltou aquela manhã e, quando a noite caiu, a água e a comida permaneciam intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar seu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha, que lhe daria o destino do qual você achou que o estava salvando - depois de dias de sofrimento sem água ou comida.
Voltei ao local antes do anoitecer. Não o encontrei. Na manhã seguinte, voltei e vi que a água e a comida permaneciam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamar seu nome! Sua voz é tão familiar para ele. Comecei a ir na direção que ele havia tomado ontem, sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para te encontrar, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros em 24 horas.
Algumas horas mais tarde, a uma boa distância do local onde eu o havia visto pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede não o atormentava mais. Sua fome havia desaparecido e suas dores haviam passado. O machucado da pata não o incomodava mais. Agora seu cão está livre de todo esse sofrimento. Seu cão morreu.
Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei você por não estar aqui ontem para que eu pudesse ver o brilho, por um instante sequer, naqueles olhos vazios. Rezei, pedindo que sua jornada o tenha levado àquele lugar que acho que você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá... E eu sofro, pois sei que, se ele acordasse agora, e se eu fosse você, seus olhos brilhariam ao reconhecê-lo, ele abanaria sua cauda, perdoando-o por tê-lo abandonado.
domingo, 26 de julho de 2009
Amigos Maduros
Homenagem a nossa vovó
sábado, 25 de julho de 2009
SÓ MINEIRO INTENDE
Vô cunta uma tórinha pro cêize, qui cunteceu cumigo sisdia ,numealembro o dia certo, lembrei foi sapassado, dia zesseis de juio:
Taveu na cuzinha tomando uma picumel e cuzinhando um kidicarne com mastumate pra fazê uma macarronada boloneis, di mistura ia te galinhassada.
Recei da Domargarida.
Dasqui um cadinho detem , quascaí de susto, quando ouvi um barui de dendoforno, pareceno um tidiguerra.
A receita mandopô midipipoca dentro da galinha prassá. O forno isquentô, u mistorô e o fiofó da galinha ispludiu!!
Nossinhora! Fiquei branco quinein um lidileite.
Quascaí dendapia! Fiquei sensabê doncovim, proncovô, oncotô.
Óiprocevê quelucura!
Grazadeus ninguém simaxucô!
E no finar das conta oqui cuni foi a macorranada a boloneis,e tava um trembão dimais sô.
Ói vô ficano puraqui meis, inté otra visita.
Humbração procêis!! Obs:Obs: Eu adoro o povo mineiro, essa foi só uma forma de homenagear essa gente boa dimaisô!
Bejin pra minerada!
kkkkk
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